Longe demais das capitais - Edblog
   
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"Não se nega que houve espetacularização na prisão dos pacientes, com holofotes, mídia acompanhando. [...] Contudo, tais acontecimentos, por si só, não apagam os indícios e a materialidade dos crimes, principalmente o de corrupção ativa, diante das provas já apuradas"
Wagner Gonçalves, subprocurador-geral da República.

Enfim, alguém disse algo de útil no meio de toda a confusão que veio com a operação Satiagraha da PF. Simples e óbvio, mas que a grande imprensa insiste em não comentar...



Escrito por Edk às 00h02
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Mais de um mês depois do último post e depois do transtorno que foi a tentativa de viagem de carro de Rio Branco à Brasilia, venho aqui só deixar o endereço do meu espaço no flickr para quem quiser dar uma conferida visual na minha tentativa de enfrentar os 3.600 km de carro entre Rio Branco e Brasília.

Até tentei. Mas no estado de Rondônia, em um lugarejo de estilo western americano (só vento e poeira!) chamado Jaciparaná a estrada estava bloqueada e não pude passar com meu carrinho. Tive que voltar à Rio Branco e embarcar no Airbus da TAM (sim, igual ao que caiu em SP) para chegar aqui em Brasília na quinta a tempo de me apresentar na ANP.

De qualquer forma, as fotos estão aqui: http://www.flickr.com/photos/edk
É só clicar e conferir.

O longe demais agora não está longe demais das capitais, pois estou em Brasília e por aqui ficarei pelos próximos quatro meses. Amanhã volto a blogar com mais detalhes da frustrada viagem de carro e com mais fotos.

Abs.



Escrito por Edk às 23h48
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Sim, este texto é sobre você. Aquela que acabou sendo a que nunca seria. Aquela que acabou com todas as concepções e noções que eu tinha sobre um relacionamento, sobre um grande amor. Aquela que construiu uma própria definição de amor e me ensinou a vivê-la intensamente. Aquela que não é mais "aquela", mas, sim, esta, a tal, a forte, a pujante, a maiúscula, minha direita e a minha esquerda, o meu bem e o meu mais gostoso mal, minha certeza na incerteza tresloucada que é minha concepção de vida.

Você acabou vivendo o que nunca foi vivido, sentido, explicado ou mesmo, adquirido. Fez-me ver o mundo com olhos bobos de quem sorri diante do inexplicável, do inexprimível. Você me deixou atônito diante do mistério do mundo, da beleza de amar e de sorrir sem ter motivo.

Você me faz verborrágico, repetitivo, insano, nevrálgico, ansioso e cioso por dizer o que nunca foi dito, traduzido, lido, jogado, filosofado ou compreendido. Desnudo-me completamente de qualquer arroubo literário ou falsos clichês para descrever, não talvez, com a ênfase suficiente, a forca do sentimento, ou sei lá o quê, que brota e transborda em mim diariamente.

A vontade é gritar, pular, correr, saltar, dizer para todos e bem alto o fascínio que você exerce em mim, a pujança com que a seta amorosa me trespassa e me fulmina. A alegria de ver-te e ter-te é incomparável. Repito-me, eu sei; perdoe-me, por querer louvar-te e meus recursos serem, em contraposição ao meu amor, finitos e esgotáveis.

Você é aquilo que eu não sou, o que me falta, te sobra, o que me arrebata, te envolve e te domina, ou seja, você me completa em sentidos vários, contrários, antônimos, sinônimos e irredutíveis. Você me diria simplesmente que me ama e pronto, enquanto eu falo, falo, escrevo, tento, descrevo e não consigo exprimir-me, fazer-me entender e ser entendido.

Mas não quero ser entendido. Não quero ser analisado, não quero nem mesmo ser lido ou comentado. Não quero as glórias de uma efêmera honra que não mereço. Quero antes a doçura, a ternura, a formosura, a verdade, a beleza e a praticidade que em você moram enraizadas num templo corpóreo de sentimentos incorpóreos que me fazem delirar no mais simples sorriso.

Nosso amor é amplo, imenso, eterno, ímpar. Eu diria uma frase feita para emendar as linhas certas com as palavras erradas de um errático amante. Tão errático que teima em permanecer imune às lições que a mais tolerante professora tenta ministrar. Tão distante que, às vezes, chega a esquecer que a presença e o afeto são ingredientes essenciais na nossa história amorosa. Mas nosso amor está presente em cada gesto, em cada palavra, em cada olhar, em cada sorriso, em cada beijo, em cada abraço, em cada sofrida despedida, em cada um de nossos corações e mentes. Nosso amor é invencível, mesmo na lembrança.

Pelos erros, suplico.
Pelas faltas, me entrego.
Por amor, me defino.
Por você, um menino.

Tudo isso para te dizer que te amo mais que tudo e que você é a parte mais bonita da minha vida e a alegria do meu dia. Você me completa. Você me define. Você me ilumina.
Eu te amo Vanessa, minha neguinha...
Feliz dia dos Namorados!!!!

Escrito por Edk às 04h50
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Mudança beta de layout. Vou testar um pouquinho. Se eu mesmo aprovar, continuo...

Escrito por Edk às 01h57
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Muito bom texto de Leandro Orlandini sobre a "A (ir)relevância da educação". É só conferir.

Escrito por Edk às 13h25
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Se cobrar faltas pode ser chamado de arte, Juninho Pernambucano, sem dúvida, foi/é/será sempre um de seus mais ilustres representantes artistas.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=8Xa5d81_ra0&mode=related&search=

É só conferir....



Categoria: A alegria do povo
Escrito por Edk às 18h53
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Um blogman

Poucas vezes ri tanto na primeira leitura de um blog quanto desse aqui. Impossível não rir. Favoritos Já...

Escrito por Edk às 18h43
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Desenho ou foto?

Esses desenhos à grafite lindíssimos estão no site: http://www.nelves.com.br/. Ele oferece cursos de desenho online e faz obras atendendo a solicitações. É realmente incrível. Não deixem de apreciar...



Escrito por Edk às 12h16
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Quando alguém lhe perguntar: qual é a graça de ver 22 pessoas correndo atrás de uma bola?

Vc responde: - veja isto...

Ou isto...



Categoria: A alegria do povo
Escrito por Edk às 18h43
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Quando eu digo que futebol é lindo ninguém acredita

E o mestre Cruyff já tinha feito em 1982:



Categoria: A alegria do povo
Escrito por Edk às 12h08
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Um “inflitrado” com oscar

 

Não sou muito de momento, por isso, assisti “Os Infiltrados” depois de todo mundo. Gostei claro. Nada que se compare a o “Touro Indomável”, “Táxi Driver” ou “Bons Companheiros”, mas, enfim, no cinema-videoclipe de hoje, a marca do mestre fica fortemente visível em cores fortes e violentas de “Os Infiltrados”.

Como o mestre é o mestre, cada fotograma traz um nível técnico que, infelizmente, não é comum no “cinema-para-consumir-pipoca-e-refigerante” que nos é empurrado atualmente.

Foi um “mea-culpa” claro. A Academia não queria passar pela vergonha de mais um grande diretor passar batido. (Na verdade um time que conta com Kubrick e Hitchcock, ambos não oscarizados, não deixa de ser uma honra participar).

De qualquer forma ele ganhou. Scorsese ganhou sua estatueta por um filme “menor” de sua carreira, mas que traz algo de interessante: é um filme policial. Os policiais não são benquistos da crítica e da própria Academia. A despeito de ser um gênero americano por excelência o policial sempre foi desprezado.

“Os infiltrados” é, de fato, um bom filme. Tem problemas que não chegam a incomodar o conjunto da obra que se segura na direção firme e atuações eficazes de seus protagonistas. Gosto da maneira “scorsese” de contar uma história violenta, ou seja, de forma violenta, suja, sem falsos moralismos ou hipocrisias. Bem como a nossa vida real; e o filme reflete isso.

Scorsese pode, enfim, descansar em paz! Viva o Oscar! Viva o policial!

 

Em tempo: quem é realmente apaixonado por cinema não pode deixar de assistir o “Minha viagem à Itália” de Scorsese. Um caso de amor ao cinema puro. Simplesmente Imperdível.



Categoria: Música e Cinema
Escrito por Edk às 14h22
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Infelizmente tenho que concordar com meu colega André: Os cinemas hoje estão cada vez mais difíceis de serem freqüentados por cinéfilos de verdade. Imperdível a análise do André sobre os cinemas modernos disponível aqui.



Categoria: Música e Cinema
Escrito por by Edk às 19h30
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O Ápice da Criação

Último ato da criação, e como tal, envolta em uma concepção de apuro, correção e esmero pelo Criador.
Inspiração maior de poetas e artistas da linguagem em todas as eras e lugares.
Plenitude em gênero, primor de sensibilidade e excelência no mais alto grau.
Antônima à crueza da vida e contraponto à rudeza a humanidade.
Remanso onde pais, filhos e maridos recostam para sobreviver ao frenesi do mundo moderno.
Enfim, soberana do trabalho, do lar e completude de nossas vidas.

Mulher, mãe, esposa, filha, amiga e companheira de trabalho: um dia é pouco para homenageá-la.
Uma semana é, também, pouco.
Parabéns pelo seu dia, que todos nós sabemos, são todos os dias. Sim, todo dia é dia da mulher e todos os dias são comemoráveis.
Afinal, sem vocês os nossos dias não seriam completos.
Parabéns.



Categoria: Literatura e Poesia
Escrito por Edkallenn às 19h00
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Palavras do mestre Tostão...

Altitude e Atitude
O Flamengo está certo em protestar e em não querer jogar mais em lugares tão altos, com quase 4 mil metros. O protesto não foi fora de hora. Uma coisa é saber os problemas da altitude. Outra coisa é vivê-los. Nos anos 60, o Cruzeiro atuou em La Paz e os jogadores já saiam durante o jogo para respirar mais oxigênio. Na véspera, ao chegar no hotel, o saudoso massagista Nocaute Jack, campeão de luta livre, subiu um andar pelas escadas com um saco de material de jogo nas costas para mostrar aos jogadores que o problema era psicológico. Chegou e desmaiou.



Categoria: A alegria do povo
Escrito por Edkallenn às 19h30
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Excelente links com tutoriais W3 (em inglês): http://www.w3schools.com/
É só clicar e conferir...



Escrito por Edkallenn às 17h17
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O transcendental empírico

Ainda não tive nem tempo de buscar semanticamente os significados reais e críveis da frase que acabei de ler, mas concordei inteiramente com ela pelo histórico de vida, de romances reais e imaginários e pela bagagem acumulada em 20 e poucos anos bem vividos. Achei a frase aqui no meu caro Ina. E é uma citação de Sergio Fonseca. Ei-la:

"amor que não dói não é amor"

É isso! Quem quiser analisar semioticamente ou exercitar qualquer sacrifício de hermenêutica intelectual, que faça. Eu apenas concordo. Nem sei porque, mas concordo.



Categoria: Literatura e Poesia
Escrito por Edkallenn às 14h13
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30 programas essenciais do mundo free

A lista tem os de praxe: Firefox, GIMP, Thunderbird. Porém esconde alguns programinhas muito interessantes. É só clicar aqui e conferir.

Direto do blog do colega Jonas, o Thunder-Boy. E lá tem também:

Construtor de Formulários
Ajax para quem só ouviu falar
Ajax (parte2): Encarando o mundo real
Para baixar arquivos de vídeo online (youtube, google video e tals): http://keepvid.com/, http://javimoya.com/blog/youtube_en.php e só do Youtube: http://youtubex.com/
Para converter os vídeos baixados: http://vixy.net/flv_converter
Para guardar arquivos: http://files-upload.com/
Papéis de parede direto do Flickr: http://marcogomes.com/wallpapr
Tuto de VPN simples com Windows e OpenVPN: http://www.blogoborges.com/modules/cjaycontent/index.php?id=11
Foto linda da Lua: http://flickr.com/photo_zoom.gne?id=124797293&size=o (Essa achei no Marcogomes)
Mais fotos malucas:aqui, aqui, aqui e aqui. (Tb do Marcogomes)
Para extrair texto de PDF's bloqueados (online): http://pdftextonline.com/
Seu nome em Japonês (não tem o meu!!): http://www.japanesetranslator.co.uk/your-name-in-japanese/
Todos os serviços do Google: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Google_services_and_tools
Montar disquetes de Boot: http://www.bootdisk.com/
Links mais quentes em uma só página: http://www.poplink.com.br/
Vamos Aprender Inglês: Direto do Thunder Boy é só clicar

É isso aí. Tem muita coisa lá. Por hoje foi o que eu consegui pescar. Não podemos deixar de fazer um comment lá também, claro. Afinal o cara garimpou tudo sozinho. Abração pro Jonas.



Escrito por Edkallenn às 20h09
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É inquestionável e imprescindível o apoio que o Governo atual (e o futuro) dá à cultura. Teatros, shows culturais, resgate da cultura acreana, indígena e nordestina. Enfim, o reconhecimento de que temos um acreano como um dos melhores pianistas populares do mundo (praticamente desconhecido antes do governo resgata-lo – na verdade, achava que só eu o conhecia).

 

Essas atitudes criam, às vezes, até exagerado ufanismo por parte de meus conterrâneos. É bem sabido que se você quiser intrigar-se com acreano basta falar mal da terrinha. Gosto deste acreanismo. Porém, algumas vezes tenho medo desta ufania exagerada. Quando a discussão recai em conceitos baseados em orgulho e vaidade a razão se esvai rapidamente e temos que ter cuidado com isso.

 

E se há algo em falta no mundo hoje, isso é razão. Essa poderia ser muito bem definida como a “era da insensatez”.

 

E ainda aparece gente dizendo que a Idade Média foi a “Idade das Trevas”. O que será isso, isso e isso então? E ainda poderia ter selecionado quaisquer notícias de quaisquer dia deste lugar. Isso é que é treva.



Escrito por Edkallenn às 19h26
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Por que o medo?

Quem não deve, não teme!



Escrito por Edkallenn às 19h22
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"Temos sociólogos bons e medíocres. Uns acabam professores, outros presidentes da República."

 

A frase acima de autoria do sociólogo Betinho em relação à FHC é só uma faceta da característica de péssimo comunicador de Efe Agá. Suas recentes intervenções, seja em entrevistas ou em sua coluna de jornal, quando não são medíocres, são ridículas e ineficazes (às vezes de um simplismo atroz) e não fazem jus ao passado de emérito professor de FHC.

 

Tenho um palpite. Mas, é apenas um palpite. Efe Agá, assim como muitos milhões de brasileiros não aceitam, não querem engolir a seco que um homem pobre, que passou fome, ex-retirante, ex-engraxate, com conhecimentos básicos de ensino formal, que não consegue conjugar um verbo sequer corretamente, que não diz uma frase sem erros simplórios de plural, que acha que ensaio é um exercício antes de uma apresentação, enfim, um semi-analfabeto fez (e vem fazendo) um governo infinitamente superior em quase todos os aspectos ao governo do sociólogo. É isso. Efe Agá não aceita. Assim como muita gente não aceita isso.

 

E isso é um fato. Lembremos o debate na Globo. Todas as áreas que Geraldo citava do governo atual o presidente tinha números de significativa melhora em relação ao período Efe Agá.

 

Eu acho que o sociólogo tem que procurar um psicólogo. Se é que Freud explica! (sem nenhum trocadilho com o “outro” Freud).

 

E a Revistinha semanal tentando dividir o Brasil! O Brasil não está dividido. Está unido pelo voto. É isso!



Categoria: Política e também Filosofia
Escrito por Edkallenn às 12h23
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As “revistas” ‘VEJA’ e ‘Carta Capital’ deveriam ser distribuídas gratuitamente. Visto que não são revistas, são panfletos políticos e assim deveriam ser distribuídos....

 

Não sei mesmo qual é a pior!

 

Sei, como ex-estudante de comunicação social, que a imparcialidade jornalística é uma falácia, mas as “revistas” ‘VEJA’ e ‘Carta Capital’ extrapolaram qualquer limite de bom senso minimamente exigido para uma publicação que deseja ‘informar’ seus leitores.

 

Estas revistas, assim como alguns jornais estão me fazendo duvidar da História. A lógica é simples: se a história é calcada também no que é escrito ‘na’ e ‘pela’ imprensa e conjeturando que em épocas pretéritas a guerra política na imprensa também existiu, penso que toda a História é viciada. Se não por pura e simples distorção dos fatos, talvez por falsa interpretação do pesquisador.

 

O que fazer, então? Será que estou cético?

Quero crer em algo, mas como?

E eu achando que realmente existia a tal da “grande imprensa”.

 

Só mesmo se for transubstanciada em uma máquina que, de fato, “imprensa” seus leitores e ouvintes contra a parede e contra as próprias convicções (dos leitores!).

 

A imprensa realmente imprensa (e muito)!

 



Escrito por Edkallenn às 12h51
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Escrito por mim há três anos...

O futuro parece incerto com os norte-americanos aplicando “guerras preventivas”, como a do Iraque, a fragilidade da Europa (des)unida, a incongruência e o fanatismo religioso, a falta de alternativas, a ruína moral e social do mundo.

Clamamos por um mundo melhor, mas as conseqüências dos “guerreiros das cavernas” e suas ações, assim como a resposta dos países “civilizados” a essas ações nos trouxeram até a um princípio de século e de milênio que , infelizmente, não iniciaram bem.

As dúvidas, as incertezas, o fanatismo religioso, a incoerência política, as mazelas sociais, as políticas equivocadas, o despreparo,... Assim caminha a humanidade neste início de milênio. O caminho parece propício a autoritarismos e insegurança...

(...)

Há noite no mundo! Mas a história, sem dúvida, não acabou.


Não sei, mas me pareceu propício hoje quando vi o regime norte-coreano fazendo suas estripulias atômicas



Categoria: História e Cultura em geral
Escrito por Edkallenn às 19h05
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O que os golpistas, os direitistas e os inimigos da democracia não entendem é que essas pesquisas sobre a intenção de voto setorizadas por nível de renda  não significam absolutamente nada.

 

O voto de quem ganha meio salário tem o mesmo peso de outro que ganha vinte salários.


Este é o milagre e a magia da democracia. Todos são importantes no debate.


E a maioria, para o bem ou para mal é quem decide.

 

É esperar para ver...



Categoria: Política e também Filosofia
Escrito por Edkallenn às 16h30
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De dentro de uma caverna escura e úmida em algum lugar nas montanhas do Afeganistão:

Está scrito na parede com uma tinta de uma mistura de insumos naturais da região:

"Mr. Bush é o homem-bomba do Bin Laden!!! - Glórias a Alá!!!"



Categoria: História e Cultura em geral
Escrito por Edkallenn às 18h34
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Pelo espelho retrovisor

 

Aqui no Acre, hoje, o dia da Amazônia trouxe duas notícias. Uma boa e outra ruim. A boa é a inauguração da bela Praça Plácido de Castro, no coração do centro de Rio Branco. A obra nos traz, depois de quase quatro anos, um resquício de beleza para o outrora pomposo lugar.

 

A segunda notícia, entretanto, é terrível. Num dia tão propício a comemorações, o Brasil e todo o mundo tomaram, de fato, o conhecimento dos fatos que envolveram a trágica morte da pesquisadora portuguesa Vanessa Anapolla Schafer Sequeira, na flor da idade aos 36 anos, ocorrida domingo, na zona rural de Sena Madureira, município próximo aqui da Capital.

 

Vanessa fazia entrevistas para uma tese de doutorado que vinha realizando. Era uma acadêmica. Tentava entender a realidade social da Amazônia. Os requintes de crueldade do assassinato, com brutal espancamento a pauladas causando traumatismos e hematomas horrendos além do estupro da vítima enojam aqueles que, como eu, tanto prezam os pesquisadores (sejam eles estrangeiros, ou não) que tentam desvendar, desnudar, conhecer o rico ambiente amazônico com suas nuanças, seus tons e toques personalíssimos seja em sua gente, seu povo, bem como, em toda a imensidão biológica que o (nos) circunda.

 

Ela tinha conseguido o que pouquíssimos brasileiros conseguem: o sonho de estudar no exterior. O sonho de realizar um trabalho que para ela (e para nós) é gratificante. Escolheu a maior floresta do mundo e sua gente como objeto de suas pesquisas. Foi vítima da incoerência e incongruência dos nativos que se pretendeu conhecer.

 

O recado da loucura e insensatez, infelizmente, reverbera muito mais do que a mensagem de paz e desenvolvimento bio-sustentado que os demais nativos (este escriba incluído) tentam, ao que parece, em vão, passar ao resto do planeta.

 

Mas isso é tão Brasil que eu não sei por que ainda fico triste e indignado. Suponho que é porque ainda não perdi a esperança de dias melhores.

 

Dias melhores na política. Dias melhores na segurança. Dias melhores na educação. Dias melhores na saúde. Dias melhores no mundo.

 

Se cada um assumisse seu grau de responsabilidade ou mesmo, o poder que a indignação e a revolta podem repercutir, talvez, pudéssemos tentar construir hoje o caminho, hoje, para estes dias melhores.

 

Nós acreanos de boa índole, compromissados com o desenvolvimento do país, desejosos de paz e justiça, ansiosos por estes melhores dias, pedimos perdão à família de Vanessa, ao Brasil e ao mundo ansiando que a dor e a perda de Vanessa nos ensine a cuidar de melhor de nossos intelectuais visitantes e, mesmo, os nativos.

 

Que ela não seja transformada em mártir de uma causa perdida. Mas, heroína de um novo tempo no Acre, na Amazônia e no Brasil, afinal, o futuro se faz agora...



Escrito por Edkallenn às 18h36
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Mais de um mês depois do último post, venho falar do turbilhão de mudanças neste último mês. Mudanças são estranhas, ariscas. Camões já dizia que a vida e todo o mundo era uma eterna mudança (posso estar errado, afinal, estou citando de orelha!). Vou resumir bastante: comprei meu primeiro carro, zerinho, zerinho. Obviamente foi uma emoção enorme para mim. Minha namorada não entende (talvez nem todas as mulheres entendam) o que um carro (e o primeiro, então!) representa para um homem.

Já tive um carro antes. Não comprado do meu próprio bolso. É uma tremenda mudança. Então, continuando, passei em um concurso de nível superior. Não só passei como passei bem (4°).

O turbilhão de coisas necessárias para se entrar na administração pública é complicado. Mesmo estando nela, e estou há três anos, exige-se uma montanha de documentos, exames (até de HIV fizemos), pareceres e uma série de coisas que realmente tomam muito, muito tempo e “aporrinhação”.

Estranho é quando se muda de emprego, a sensação que se abate sobre “a gente”. Pensamos de forma carinhosa no antigo emprego. De repente, vemos uma série de vantagens e coisa e tal.

 

Mas como dizia, mudanças são estranhas. Às vezes, irônicas.

Sharon mudou, e entrou em coma.

O Papa mudou, e sumiu do mapa.

No Líbano mudou, e a guerra voltou.

E Israel tudo muda. E tudo continua ferozmente guerreiro.

No Oriente médio, como aqui na política em nossa terra brasilis, tudo muda. Mas, estranhamente, tudo continua igual...



Escrito por Edkallenn às 15h22
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Insolúvel

Eu sei exatamente o dia em que eu tive certeza que a questão árabe-israelense jamais seria resolvida. Não por algum talento especial em predições ou adivinhações, algo que abomino, mas tive absoluta certeza quando, no dia 04 de Novembro de 1995, o judeu Ygal Amir assassinou o homem da foto abaixo.


Yitzhak Rabin, ex-primeiro ministro de Israel

Os mais jovens talvez não lembrem, mas Yitzhak Rabin havia feito o acordo de retirada de Israel da Cisjordânia. Naquele episódio (o de sua morte) eu sabia que a questão era insolúvel. Por dois motivos:

1) ambos os lados não querem que o conflito (que começou com Sara e Hagar) acabe e
2) Existem linhas políticas, de ambos os lados, que aproveitam-se do conflito para fazer dele plataforma política. (Mais ou menos como a seca no nordeste).

O ódio não precisa de muitos estímulos para fluir e destronar qualquer senso prático de razão.

E a "santa" terra do "leite e do mel" agoniza...



Categoria: História e Cultura em geral
Escrito por Edkallenn às 17h00
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Que história é essa de todo mundo torcer para Portugal só porque a Globo quer.

Eu não vou torcer para Portugal. Séculos de colonização ainda pesam, me perdoem irmãos d'álem-mar. Sem nenhuma mágoa torço para que o maestro brilhe novamente. O futebol, afinal, pode sim ser belo. O estilo clássico do maestro é fascinante. Elegância, fineza, suntuosidade, pompa, beleza. Parece mesmo ser fácil jogar futebol ao vê-lo em ação.

Torço por ele. E pelo conjunto tricolor.

Mas não espere a facilidade e o espaço que o Brasil deu, viu maestro. Afinal, do outro lado está o Big Phill e o Costinha infernizará a sua vida em campo. Eu aposto.

É esperar para ver...



Categoria: A alegria do povo
Escrito por Edkallenn às 13h54
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"A queda da empáfia" ou "porque o futebol é um esporte coletivo"

Foi um jogo de contrastes gritantes. De um lado, a toda poderosa seleção que defendia o título e tinha os reconhecidos unanimemente como os melhores atletas do mundo da bola. De outro um time ressabiado com as críticas, que sentia o peso da responsabilidade de suceder uma geração vencedora que já entrava, ela própria, em declínio.

E os criticados cresceram na adversidade. Os humanos são assim, e não há esporte tão tremendamente humano como o futebol. Não há esporte tão cruel nas derrotas. Tão emotivo quanto como se celebra um gol no último minuto. E o futebol, mais que qualquer outro, é um esporte coletivo.

Minhas lembranças em copas do mundo remontam a 1986 quando, aos seis anos, assisti à derrota brasileira ante a França de Platini nos pênaltis. Eu, claro, chorei. Lembro, porém de uns golaços de fora da área e a beleza do futebol de um tal “Diego Armando Maradona”. Durante a copa de 1990 ainda não entendia muito do esporte bretão, mas vi uma confusa seleção brasileira em campo. Maradona ainda desequilibrava. A copa italiana, no entanto, foi pobre de futebol.

Em 1994, adolescente, assisti e torci muito pelo tetracampeonato brasileiro que veio de forma dramática, difícil, penosa, chorada onde o time não encantava, mas era muito forte no setor defensivo e contava com os lampejos de genialidade de um baixinho mal-encarado lá na frente.

Em 1998, já entendendo um pouco mais do ludopédio vi um time sem alma perder para uma França (de novo!) regida por um maestro que, de tão elegante ao jogar, lembrava os clássicos craques do passado. Triste derrota. Venceu o melhor.

Em 2002, um time muito limitado que tinha dois trunfos: Rivaldo em grande fase que foi indiscutivelmente o melhor jogador da copa (embora o carequinha tenha sido artilheiro e tenha ganho as loas da torcida) e um técnico que, embora não afeito às tradições ofensivas brasileiras, injetava um ânimo, criava um clima, enfim, motivava a equipe a ser uma só, unida, como os mosqueteiros em busca do objetivo que, enfim e felizmente, veio.

Chego então a 2006. Brasil superfavorito. Brasil com os melhores do mundo. Brasil de salto alto. Brasil estrelado, midiático, supertelevisionado, destrinchado, exposto. Brasil fragilizado. Brasil sem senso de “equipe”. Brasil travado, amarrado a um esquema deficiente, inefetivo. Brasil derrotado.

De novo pela França!!! De novo pelo maestro. Oito anos depois, os anos já pesam. A experiência, transformada em aula de futebol, é muito maior. Ele desfilou. Encantou. Seu estilo clássico e elegante de jogar foi sublime. Se a velocidade já não é a mesma de outrora, o toque refinado, o drible fino e a classe predominam. Uma exibição de gala do maestro Zinedine Zidane coroada com um sem-pulo do bailarino Henry. Festa francesa. Decepção brasileira.

Humildade não existiu entre os “campeões do mundo”. A empáfia, a soberba, a postura extremamente arrogante dos galácticos brasileiros caiu doce como um vinho goela abaixo dos franceses. O maestro não degustou sozinho. Foi acompanhado do, no mínimo, esplêndido Vieira. Volante à altura da tradição de Falcão e Beckbenbauer que a tudo assistia na tribuna de honra.

Espetáculo de Makélélé, incansável na defesa e marcação dos “cansáveis” Ronaldos. Thuram, brilhante na cobertura do praticamente inexistente ataque brasileiro. É,... existem jogadores excelentes fora da América do Sul. Ontem alguns deles comprovaram que devemos, sim, sermos humildes, exultarmos os grandes, assistirmos à beleza clássica do maestro e termos menos empáfia, mais trabalho, menos arrogância, mais conjunto. Menos soberba, mais equilíbrio. Afinal de contas, o futebol é um esporte coletivo.



Categoria: A alegria do povo
Escrito por Edkallenn às 13h46
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Há um tempo para tudo

Qual é o sentido e quais os objetivos da vida? Perguntas que intrigam filósofos e artistas desde sempre, estas respostas são difíceis de serem inteiramente respondidas e podemos delas somente nos aproximar. Posso acrescentar aqui, "por que as pessoas usam drogas???"...

E as aproximações são, infelizmente, sempre incompletas. Como avaliar, por exemplo, o valor de um sorriso? Como definir a satisfação de um momento feliz?

Muitas odes, cânticos e poesias foram escritos tentando definir o sentido da vida e a razão por estarmos aqui. Seria muita pretensão tentar responder a esta questão tão importante e tão difícil.

Viver já é por si só, gratificante e reconfortante.

Por isso, vivemos. Por isso, choramos. Por isso, sorrimos. Por isso, temos momentos felizes. “Há um tempo para tudo”, assim nos ensina a sabedoria das Escrituras Sagradas.

Sim, há um tempo para tudo. Tempo de nascer, tempo de morrer. Tempo de falar e de calar. Tempo de prantear e tempo de sorrir.
E como você nos fez sorrir! E como você proporcionou momentos maravilhosos a todos os que te rodeavam! Sua felicidade e energia irradiavam todos. Você, Gilliane, foi um presente e um prazer para nós. Um presente valioso, um prazer fugaz. A catástrofe e a tragédia de seu termo não apagarão todos os momentos inigualáveis que você nos proporcionou. O amor que está entre nós e que dedicamos a você nos fará lembrar dos instantes em que podíamos, qualquer um de nós, ao ver o teu sorriso e a tua alegria, instantaneamente descobrir que a vida, tem sim, um sentido e que a felicidade de viver bons momentos é uma boa razão para simplesmente existir.

Boas e saudosas serão sempre tuas lembranças encravadas em nossa mente e em nosso coração.
Que a misericórdia do Senhor se derrame sobre a tua alma e sobre todos nós para que nossa dor seja consolada com a certeza de que a felicidade, a alegria e o júbilo estiveram sempre contigo.

Beijos do seu primo que te amava...



Escrito por Edkallenn às 22h09
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