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Citação
"Se Lula negociasse no ABC com a mesma falta de fibra com que defende os interesses do Brasil, ele teria sido a alegria da FIESP nos anos 70".
Autora: Miriam Leirão no "Panorama Econômico" do Jornal "O Globo".
Escrito por Edkallenn às 20h19
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O sagrado e o profano
" ... A chuva cai. A chuva aumenta. Cai, benfazeja, a bom cair! Contenta as árvores! Contenta As sementes que vão abrir! Eu te bendigo, água que inundas! Ó água amiga das raízes, Que na mudez das terras fundas Às vezes são tão infelizes! ... " (Manuel Bandeira in Enquanto a chuva cai)
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"Alegrai-vos ó filhos de Sião, e regozijai-vos no SENHOR, vosso Deus, porque Ele vos dará em justa medida a chuva; Ele faz descer a chuva temporã e a serôdia como outrora. As eiras se encherão de trigo, e os lagares transbordarão de vinho novo e de azeite. (Joel, capítulo II, versículos XXIII e XXIV)
Escrito por Edkallenn às 11h58
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Sobre a crise política,
na verdade, as reiteradas omissões de nossos governantes, citação
de Padre Antônio Vieira:
"A
omissão é um pecado que se faz não fazendo"
— (sermão da Primeira Dominga de Advento)
O que fazer com quem não
faz o que de direito e de fato deveria fazer? O que fazer com quem não
fez por fazer o que deveria ter feito quando foi delegado a fazer? Fico sem
saber o que fazer! Neste eterno não-fazer, continuamos não fazendo
o que é nosso fazer por direito.
Ficamos sem fazer, de fato,
por não saber o que fazer. Faz muito tempo que o fazer no Brasil resume-se
a um não-fazer. E assim seguimos não fazendo...
Escrito por Edkallenn às 21h04
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“Quanto mais corrupto for um governo, mais leis contra a posse de armas terá.”
Autor: Cornélio Tácito, historiador, biógrafo e etnólogo romano ------> Buscar na Web "Cornélio Tácito"
Preciso dizer mais alguma coisa????
Escrito por Edkallenn às 14h11
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“Leis
que proíbem o cidadão de ter armas são leis que desarmam apenas aqueles que, na
sua ampla maioria, não estão inclinados a cometer crimes. Estas leis tornam as
coisas piores para as vítimas e melhores para os marginais, elas mais encorajam
que previnem os crimes, pois enchem de confiança os assaltantes. A mais forte
razão, em última análise, para um cidadão ter direito às armas é se
proteger contra a tirania de um governo.”
Autor:
Thomas Jefferson, 3º presidente dos EUA e um dos redatores da
Constituição Americana e um daqueles rostos no Monte Rushmore
Buscar na Web "Thomas Jefferson"
Contexto:
Não poderia ser mais atual e conveniente...
Escrito por Edkallenn às 13h59
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“Podem considerar-se como contrárias ao fim de utilidade as leis que proíbem o porte de armas, porque apenas desarmam o cidadão pacífico, enquanto deixam a arma passar nas mãos do criminoso, muito habituado a violar as convenções mais sagradas para respeitar aquelas que são somente arbitrárias”
Autor: César Beccaria
Buscar na Web "César Beccaria"
Quando: em 1763
Contexto: Não poderia ser mais atual e conveniente...
Escrito por Edkallenn às 13h54
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Afinal, se arma não dá segurança, por que o próprio Estatuto do Desarmamento permite que parlamentares, juízes, promotores públicos etc. andem armados caso sintam ameaça à sua integridade física? Por que o porte de armas dá segurança para uns e insegurança para outros? Haja contradição!
Autor: JORGE ZAVERUCHA e ADRIANO OLIVEIRA Quando: 17/10/2005 in "A precipitação do referendo" na Folha de São Paulo de hoje.
Escrito por Edkallenn às 12h17
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Eu queria ter escrito isso: “E o que vemos no momento? Desarmar o povo desta nação, que já está desarmado, enquanto o "mercado" de armas se encontra entregue às mãos dos bandidos, terroristas e traficantes? Onde estão as forças regulares das nossas organizações militares e civis, adequadamente preparadas e armadas? É de questionar, ainda, como manter a defesa, em caso de emergência, das propriedades nacionais e da própria família, uma vez que se propõe, com o desarmamento, deixá-las à própria sorte e, na sua fé, orando permanentemente a Deus, pedindo proteção contra os bandidos, criminosos, terroristas e traficantes -estes, sem fé, mas armados com equipamentos dos mais modernos, fazendo tremer as mais preparadas forças policiais. Queremos uma nação que humilha e desfibra o trabalhador, violenta o cidadão, o homem correto, aniquila a sua família sem qualquer respeito humano, destruindo a dignidade individual, as nossas tradições e abalando até a nossa crença religiosa? A resposta é: não. Esta é uma nação de todos. De todos que têm consciência de que para uma vida segura e tranqüila não precisam estar armados nas ruas, como estão esses terríveis criminosos, terroristas, traficantes e invasores contumazes; e que, no entanto, têm direito de defender com dignidade sua liberdade, seu direito de propriedade, defender com todo o vigor seus filhos e sua família e estar organizado como coadjuvantes da defesa nacional constitucionalmente instituída. É assim que o homem do campo, proprietário, trabalhador e suas famílias entendem que é chegada a hora de acabar com as promessas demagógicas e deixar de avançar em projetos utópicos que nunca serão concluídos. Ao encerrarmos, conclamamos a todos os produtores rurais e a sociedade brasileira em geral a registrarem, no próximo dia 23, para aqueles que querem desarmar, desestruturar e tornar a sociedade escrava de uma minoria inimiga da ordem e do respeito humano, um não.” (texto Publicado na Folha de São Paulo, seção opinião do dia 14 de outubro por Fábio de Salles Meirelles, 77, bacharel em direito, membro da Academia Brasileira de Agricultura, e o presidente em exercício da CNA e presidente da FAESP e ex-deputado)
Escrito por Edkallenn às 15h09
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Vivíamos uma época de otimismo, tímido, mas recorrente na política, após os escândalos do Collor e dos Anões. Gabriel, o Pensador, nem tão otimista assim, lançou esta pérola:
"Mas também não pense que o Brasil já foi pra frente, pois como sempre ele está no mesmo lugar. E sempre estará." (Gabriel, "Abalando" in "Gabriel, o Pensador", faixa 01, 1993).
Gabriel escreveu esta letra há muitos, muitos anos atrás, em 1993. Olhemos, hoje, como o Brasil mudou nestes mais de dez anos:
"Sempre se espera que, desta vez, vamos. Depois de Collor, jamais seríamos os mesmos. Depois dos anões do Orçamento, jamais seríamos os mesmos. Mas somos os mesmos. E alguém duvida que Severino, renunciando, será reconduzido pelo fiel eleitorado? Ou o Bispo Rodrigues, se escapar da cadeia, ou o Valdemar? Alguém duvida que a filha de Roberrto Jefferson, hoje vereadora no Rio de Janeiro, colherá estrondosa votação? Tão Brasil... Quanto mais pensamos que nos mexemos, mais continuamos no mesmo lugar." (Roberto Pompeu de Toledo in Veja, ed. 1923 de 21 de setembro de 2005).
Que tal? Que maravilhosa mudança!! Como evoluímos! A casa-da-mãe-joana já se sabe onde fica, como Roberto Pompeu de Toledo cita no mesmo ensaio em que comete o escreve acima. É no Congresso. Uma verdadeira balbúrdia que, verdadeiramente, representa, não toda, mas grande parte da balbúrdia que é o nosso dia-a-dia.
O Executivo continua inerte, paralisado, atônito, sem saber se corre ou se fica, sem plano de ação que nos tire do marasmo que somos. Sem ações que nos façam deixar de ser um wannabe. Temos deixar de ser um "vir a ser", um "no futuro...", um "vamos crescer". Temos deixar de ser este suspense que somos hoje. Mas, como? Nosso judiciário é excessivamente formalista e não dá conta da demanda que o acomete. Nosso executivo é inerte e corrupto. Nosso legislativo é a vergonha de nosso povo.
O que fazer? A esperança de crescer vencerá o medo da derrota?
Escrito por Edkallenn às 19h38
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Sobre o Desarmamento (O post completo tá saindo...):
"A paz, se possível, mas a verdade a qualquer preço" (Lutero)
Escrito por Edkallenn às 17h08
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